Fonte: http://in360.globo.com/rj/noticias.php?id=24830
Pesquisadores do Brasil e da França estão em Arraial do Cabo. A ideia é estabelecer as diretrizes para um acordo de cooperação entre os governos dos dois países na área de pesquisa marinha.
Entender as mudanças que ocorrem no fundo do mar, nas orlas e o impacto disso no clima e na vida em terra leva tempo e custa dinheiro. E trabalhar em sistema de cooperação é a proposta deste grupo de pesquisadores e representantes de universidades brasileiras e francesas.
Reunidos também com representantes dos governos, eles estão elaborando diretrizes para um documento que deve servir de base para um acordo de cooperação na área de pesquisa em águas salgadas.
A França é antiga parceira em pesquisas marinhas. O acordo estabelece um compromisso entre os governos para financiar e desenvolver pesquisas, educação e inovações na área de ciências do mar. O programa teria tempo inicial de 10 anos.
Para Jean-Pierre Briot, diretor de um dos mais respeitáveis centros de pesquisa francesa no Brasil, ter um pacto administrativo facilita a captação de recursos e garante a longevidade da pesquisa. Segundo ele, o Brasil é um parceiro que tem muito a oferecer na área de pesquisa.
Ricardo Coutinho, coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Arraial do Cabo, onde ocorre o encontro, avalia o acordo como um avanço esperado por anos e que a troca de tecnologias vai ser um impulso para o conhecimento nacional.
O encontro vai até esta terça-feira (13) e o resultado vai estar em um documento que vai ser entregue para os governos do Brasil e da França para ser analisado.
Nenhum comentário:
Postar um comentário