sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Alunos pedem mais segurança após morte de professora em Cabo Frio




Estudantes da Universidade Veiga de Almeida no Parque Burle, em Cabo Frio, RJ, querem mais segurança. Depois do assassinato da professora da instituição, Josy Ramos de Oliveira Armador, de 32 anos, os alunos decidiram denunciar a violência nas áreas próximas ao campus.
Uma aluna da universidade, que prefere não se identificar, informou que há pouco mais de duas semanas foi atacada por um homem quando voltava para casa depois da aula. A preocupação dos universitários ficou ainda maior depois da última segunda-feira (5), quando a professora Josy saiu do local, por volta das 21h, e foi encontrada morta. Ela estava dentro do próprio carro e com sinais de estrangulamento.
Ainda abalados com o crime, os alunos reclamam da falta de segurança no estacionamento e nas ruas próximas à universidade. O comandante da Polícia Militar na Região dos Lagos, Gilmar Barros, respondeu às críticas e negou deficiência no patrulhamento próximo à instituição de superior de ensino.
A Universidade Veiga de Almeida informou, por meio de nota, que está negociando a ocupação do estacionamento. E, como o terreno pertence a outro proprietário não tem condições de fazer qualquer intervenção ou garantir a segurança dos estudantes. A instituição afirmou ainda que pediu várias vezes por policiamento regular ao local.
Fonte: http://g1.globo.com/rj/serra-lagos-norte/noticia/2012/11/alunos-pedem-mais-seguranca-apos-morte-de-professora-em-cabo-frio-rj.html

Um comentário:

  1. O que ocorre hoje em Cabo Frio, é o reflexo da guerra travada do Ministério Público e do Poder Judiciário do estado, contra a Polícia Militar.
    A tendência é aumentar cada vez mais os homicídios, os estupros os assaltos e também os crimes bárbaros como foi o do taxista de Búzios e agora o da professora da Estácio, pois os policiais estão com medo de trabalhar e de combater a criminalidade.
    Os bons policiais estão se escondendo dentro dos quartéis ao invés de estarem nas ruas combatendo marginais da lei, pois simplesmente estão com medo, medo não dos marginais, mas sim dos juízes e dos promotores.
    Se o policial é mais enérgico com pessoas que vivem as margens da lei, é visto como mau, se mata bandido em serviço em legítima defesa de sua vida e da vida da sociedade, o mesmo é levado a juri popular como se bandido fosse. Que policial que vai querer combater com energia a criminalidade? Nenhum! pois policial não vai querer ficar sentando no banco dos réus. Inverteram-se os valores sabe-se lá porque.
    Quem paga é a sociedade, pois não existe direitos humanos para pessoas de bem e nem para policiais, ou por um acaso apareceu algum representante dos direitos humanos no local do assassinato da professora? Claro que não.
    Cabo Frio em menos de 2 anos estará entregue ao crime, com essa política que trata bandido como cidadão, e policial como bandido o caos é apenas questão de tempo, pois policial nenhum quer sentar no banco dos réus!!!

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