sexta-feira, 13 de julho de 2012

Búzios não registra danos maiores com a passagem da chuva de granizo





         O temporal de vento e chuva de granizo é o assunto principal hoje na Região dos Lagos. Vários municípios foram afetados por grandes pedras de gelo, que destruíram telhados, amassaram latarias de carros e provocaram sentimentos que iam de euforia – pela novidade – ao desespero entre a população, principalmente por esta não saber o que fazer.  
A chuva de granizo, precedida por fortes ventos e relâmpagos, começou a cair por volta das oito da noite, mas não chegou a afetar Búzios. O único problema verificado, segundo informou a Defesa Civil foi a queda de uma árvore na Praça do Cruzeiro, na Rasa, interrompendo o trânsito e partindo alguns fios de eletricidade. Mas os bombeiros atenderam logo ao chamado, desobstruindo a estrada, segundo informou o Sargento Rezende, que estava de plantão esta manhã na unidade. Apenas algumas casas sofreram o impacto. Mas no geral, o vento passou sem causar maiores danos aos buzianos.
         Josias da Costa Chagas, chefe da Defesa Civil no município, acostumado a receber boletins sobre o clima, enviados pelo órgão em Niterói, comentou que o temporal não havia sido previsto pelo serviço de metereologia.
         - Até ontem por volta das seis horas da tarde estava tudo normal. Não tínhamos previsão desta chuva.  Foi muito séria a situação em outros municípios, mas felizmente desta vez escapamos ilesos – disse.
              O Búzios Golfe Clube que possui uma completa Estação Meteorológica, informou que o volume de chuva, ao contrário do que muitos pensaram, não foi tão grande. Ficou em 19 milímetros, o que é considerado normal para o mês de julho. O que surpreendeu, segundo Paulo Lara e Sebastião Silva, encarregados do campo, foram a velocidade do vento,  os relâmpagos e o granizo, atípicos para a região.
            Mesmo a Praça do Skate, antes considerado um ponto crítico por acumular água durante as chuvas, não sofreu impacto. A obra recente feita pela prefeitura de Búzios próximo a EM Antonio Alípio, permitiu o escoamento tranqüilo do volume de água. 

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