Leste Shopping - Às 19h
Rua Francisco Mendes, 350 - Centro - Cabo Frio
(22) 2643-3486
04 de junho (Segunda-feira)
“BARAKA”
LONGA METRAGEM – 1992 - USA
Direção: Ron Fricke
Longa“O documentário foi filmado em 70 mm colorido em 23 países: Argentina,
Brasil, Camboja, China, Equador, Egito, França, Hong Kong, Índia,
Indonésia, Irã, Israel, Itália, Japão, Quênia, Kuweit, Nepal,
Polônia, Arábia Saudita, Tanzânia, Tailândia, Turquia e EUA. Ele
não contem diálogos ou cenas coesas, mas apenas imagens e som
ambiente, conversas ou cantos, que podem ser considerados o narrador
latente de uma intenção universal espiritual.”
Indonésia, Irã, Israel, Itália, Japão, Quênia, Kuweit, Nepal,
Polônia, Arábia Saudita, Tanzânia, Tailândia, Turquia e EUA. Ele
não contem diálogos ou cenas coesas, mas apenas imagens e som
ambiente, conversas ou cantos, que podem ser considerados o narrador
latente de uma intenção universal espiritual.”
05 de junho (Terça-feira)
“PEQUENOS ATOS”
CURTA
Oficina de Cinema Ambiental – HumanoMar
“As coisas têm peso, massa e cor. Tamanho, tempo, composição, textura, duração, densidade, cheiro, valor. Consciência, profundidade e contorno, mesmo quando estão no lixo”. O que é meio ambiente? Em uma cidade que vive em função do turismo, o que aconteceria se a harmonia e a beleza natural não existissem?”
“HAVIA UM TEMPO”
CURTA
Oficina de Cinema Ambiental – HumanoMar
“Havia uma Búzios. Roda linda, folia dos reis, assombrações e lobisomens habitavam a aldeia de pescadores que deixou saudades. Embalado por antigas cantigas de trabalho da comunidade quilombola, o filme preserva histórias, lendas e dificuldades de uma Búzios que se foi.”
“GERIBABEL”
CURTA
Oficina de Cinema Ambiental – HumanoMar
“Geribabel, muitas línguas, muitas opiniões, conflito! Nativos, novos moradores, lado esquerdo, lado direito, Geribá! Paraíso ou inferno? Casas simples, mansões, quiosques, poluição. Denúncia, dinheiro e poder. Quem são os índios e os caciques dessa aldeia? E Ravel ao pôr-do-sol?”
06 de junho (Quarta-feira)
“COISAS IMPOSSÍVEIS”
CURTA
Oficina de Cinema Ambiental – HumanoMar
“O filme pesquisa a invasão das áreas de preservação ambiental em Arraial do Cabo. O duelo entre os direitos de preservação e a moradia é o que está em jogo com ou sem juízo final. O que está acontecendo com a APA da Massambada e as belíssimas paisagens da Praia do Forno?”
“OUTRAS PRAIAS”
CURTA
Oficina de Cinema Ambiental – HumanoMar
“Turistas são atraídos pelas incríveis praias de Arraial do Cabo e movimentam o balneário em épocas de alta temporada. No entanto, o que acontece quando eles vão embora? O que existe na cidade além das praias?”
“RETRATO”
CURTA
Oficina de Cinema Ambiental – HumanoMar
“Sem precisar de palavras, o fime mostra a vida simples de um rapaz que participa do projeto “Guardião Ecológico” e limpa a sujeira deixada na areia da Prainha, em Arraial do Cabo – RJ.”
07 de junho (Quinta-feira)
“MARÉ BAIXA”
CURTA
Oficina de Cinema Ambiental – HumanoMar
“Qual o limite da exploração do homem sobre o planeta? A ganância, a especulação imobiliária cega, que não leva em conta o equilíbrio ambiental está progressivamente destruindo a maior fonte de riqueza da região: a Lagoa de Araruama.”
“SAL DA TERRA”
CURTA
Oficina de Cinema Ambiental – HumanoMar
“O sal que constrói, o sal que destrói... O salineiro teimoso, assiste as salinas virando cidades, o barracão se decompondo, o cristal do sal pronto para ser tirado, mas já não tem mão de obra. A sabedoria de um solitário trabalhador iletrado com seus pés lanhado caminhado tristemente sobre a salmora.”
“ANTES QUE A CASA CAIA”
CURTA
Oficina de Cinema Ambiental – HumanoMar
“Pedras que rolam, pedras que voam, poeira, explosões e assustadoras rachaduras. Já imaginou morar perto de uma pedreira?”
“RIO...PRA NÃO CHORAR!”
CURTA
Oficina de Cinema Ambiental – HumanoMar
“Eram rios. Hoje valões. Sonhos de vidas que terminam por causa do mau cheiro, das doenças e dos alagamentos. O homem age, a natureza reage, traz de volta a sujeira que queremos esquecer.”
“RODA VIDA”
CURTA
Oficina de Cinema Ambiental – HumanoMar
“Há poucos anos atrás, a Lagoa de Araruama era viva e importante geradora de riquezas. Contudo a poluição excessiva, a construção civil desordenada e as ações irresponsáveis do homem fizeram a bela água escurecer, afastaram os peixes e os turistas.”
08 de junho (Sexta-feira)
“A PONTE”
CURTA
Oficina de Cinema Ambiental – HumanoMar
“Aos poucos quarteirões da paradisíaca Praia do Forte, em Cabo Frio, existe uma realidade pouco conhecida para aqueles que visitam as belas paisagens da região.”
“CAMINHO DO MUNDO”
CURTA
Oficina de Cinema Ambiental – HumanoMar
“Com a chegada dos turistas na alta temporada e o crescimento econômico da região, através dos royalties do petróleo, o volume do lixo aumenta consideravelmente atraindo catadores de outros municípios, que são expostos as piores condições de trabalho. O lixo é rico. O que fazer com ele?”
“INSUFICIÊNCIA”
CURTA
Oficina de Cinema Ambiental – HumanoMar
“Os pescadores artesanais sentem-se desvalorizados e excluídos. Não conseguem competir com o poder financeiro das industrias pesquiras e convivem com o desenvolvimento das atividades petrolífera na região.”
09 de junho (Sábado)
“LEMBRA-TE DO DIA DE SÁBADO”
CURTA
Oficina de Cinema Ambiental – HumanoMar
“Imensidão Azul rompendo portas, invadindo canções, levando infâncias e memórias com a fome de um moinho. Areia, escombros, olhos, beleza.”
“MARAGADO”
CURTA
Oficina de Cinema Ambiental – HumanoMar
“Paixão de pescador é o mar. O mar dá inspiração para uma vida livre e imprevisível, masrcadas pelos temporais fora de hora. Muitos se aventuram até as plataformas em alto-mar, perdem redes, cruzam rebocadores, correm riscos.”
“TABUAÇU”
CURTA
Oficina de Cinema Ambiental – HumanoMar
“Pelo poder de Deus a terra gira. Ideias vagas de progresso sobrevoam a comunidade do Açu, sua terra e seu mar diante do fim do mundo.”
FILMES INDÍGENAS - CASA SCLIAR ÀS 18H
Rua Marechal Floriano, 253 e 265 – São Bento – Cabo Frio
(22) 2643-0562 / Fax: (22) 2643-1295
06/06 (Quarta-Feira)
Cheiro de Pequi - 2006
Direção: Imbé Gikegü
Curta
“Ligando o Passado ao presente os realizadores kuijuro contam uma história de perigos e prazeres de sexo e traição, onde homens e mulheres, beija-flores e jacarés constroem um mundo comum.”
O Dia em que a Lua Menstruou - 2004
Direção: Nguné Elü
Curta
“Durante uma oficina de vídeo na aldeia Kuikuro, no alto Xingu, ocorre um eclipse. De repente, tudo muda. Os animais se transformam. O sangue pinga do céu como chuva. É preciso cantar e dançar.”
07/06 (Quinta-feira)
O Amendoim da Cutia - 2005
Direção: Kiarã Yo Sãty
Longa
“O cotidiano da aldeia Paraná, na colheta do amendoim, apresentado por um jovem professor, uma mulher pajé e o chefe da aldeia, numa mescla da tradição e modernidade.”
08/06 (Sexta-feira)
Ãgtux - 2005
Direção: Tania Anaya
Curta
“A etnia Maxakali habita o vale do Murcuri, em Minas Gerais. Dono de um notável refinado plástico e sonoro, os maxakalis vivem sob uma sombra de miséria amplamente pela mídia. O filme busca o que falta nas notícias: a riqueza dos grafismos, da língua e da vida cotidiana. Ãgtux significa ‘contar histórias’.”
Jornada Kamayurá - 1966
Direção: Heinz Forthmann
Curta
“No alto Xingu, próximo à Lagoa de Ipaivu, vivem os índios da tribo Kamayurá. Pela Manhça, os homens vão à caça, as meninas colhem frutos e os meninos pegam gafanhotos. À tarde, os homens dedicam-se à cultura do algodão, observados pelos meninos. As mulheres reservam a maior parte do tempo aos cuidados da família. Ao entardecer trocam impressões sobre o dia. À noitinha tocam flauta, cantam e dançam. Um dia na vida cordial e bem humorada dos kamayurá.”
09/06 (Sábado)
Novos Tempos - 2006
Direção: Xinã Bena
Longa
“Dia-a-dia da aldeia Huni Kui de São Joaquim, no estado do Acre. Augustinho, Pajé e patriarca da aldeia, sua mulher e seu sogro, relembram o cativeiro nos seringais e festejam os novos tempos. Agora, com as terras demarcadas, eles podem ensinar suas tradições.”
10/06 (Domingo)
A Iniciação do Jovem Xavante – 1999
Direção: Wapté Mhnõnõ
Longa
“Wapté Mnhõnõ, o ritual de iniciação do guerreiro Xavante, exige força, paciência e disciplina dos meninos e toda a atenção da aldeia. No final, a furação de orelha sacramenta a sua passagem para a vida adulta. Quatro cineastas Xavante e um Suyá realizam esta produção.”
ESPAÇO CULTURAL ÉRICO VERÍSSIMO – Às 15h
Rodovia Amaral Peixoto, 500 - Aquarius - Cabo Frio
(22) 26461415
6 de junho (Quarta-feira)
“HAVIA UM TEMPO”
CURTA
Oficina de Cinema Ambiental – HumanoMar
“Havia uma Búzios. Roda linda, folia dos reis, assombrações e lobisomens habitavam a aldeia de pescadores que deixou saudades. Embalado por antigas cantigas de trabalho da comunidade quilombola, o filme preserva histórias, lendas e dificuldades de uma Búzios que se foi.”
“GERIBABEL”
CURTA
Oficina de Cinema Ambiental – HumanoMar
“Geribabel, muitas línguas, muitas opiniões, conflito! Nativos, novos moradores, lado esquerdo, lado direito, Geribá! Paraíso ou inferno? Casas simples, mansões, quiosques, poluição. Denúncia, dinheiro e poder. Quem são os índios e os caciques dessa aldeia? E Ravel ao pôr-do-sol?”
“PEQUENOS ATOS”
CURTA
Oficina de Cinema Ambiental – HumanoMar
“As coisas têm peso, massa e cor. Tamanho, tempo, composição, textura, duração, densidade, cheiro, valor. Consciência, profundidade e contorno, mesmo quando estão no lixo”. O que é meio ambiente? Em uma cidade que vive em função do turismo, o que aconteceria se a harmonia e a beleza natural não existissem?”
8 de Junho (Sexta-feira)
“A PONTE”
CURTA
Oficina de Cinema Ambiental – HumanoMar
“Aos poucos quarteirões da paradisíaca Praia do Forte, em Cabo Frio, existe uma realidade pouco conhecida para aqueles que visitam as belas paisagens da região.”
“CAMINHO DO MUNDO”
CURTA
Oficina de Cinema Ambiental – HumanoMar
“Com a chegada dos turistas na alta temporada e o crescimento econômico da região, através dos royalties do petróleo, o volume do lixo aumenta consideravelmente atraindo catadores de outros municípios, que são expostos as piores condições de trabalho. O lixo é rico. O que fazer com ele?”
“INSUFICIÊNCIA”
CURTA
Oficina de Cinema Ambiental – HumanoMar
“Os pescadores artesanais sentem-se desvalorizados e excluídos. Não conseguem competir com o poder financeiro das industrias pesquiras e convivem com o desenvolvimento das atividades petrolífera na região.”

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