quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Viciado em crack tenta matar a própria mãe


                                                                  chegando ao DP ainda doidão


(Texto e foto de Eduander Silva) 

No dia 17 de janeiro, Elen Fernandes, moradora do bairro Jacaré, procurou ajuda na UPA pra tratar de seu irmão, Jeferson Fernandes Rodrigues do Nascimento , 30 anos,  que sofre de esquizofrenia desde os 3 anos de idade e também é usuário de crack há 2 anos . Após conseguir uma ambulância do Corpo de Bombeiros que levou o paciente, muito drogado,  para a Unidade de Pronto Atendimento,  foi transferido para o Hospital Central de Emergência, onde passou 7 dias internado na ala de psiquiatria no HCE .  Conversamos com a Elen que afirmou que o seu irmão fugiu  quando ainda estava sob responsabilidade do município :
“Após o período de internação  a equipe médica informou que iria dar auta porque já estava num quadro bom. Era notável que ele não estava bem . Conclusão eu me neguei a recebê-lo. A equipe médica levou meu irmão  pra minha casa e de lá  ele fugiu . Então o paciente que estava sobre responsabilidade do município ficou ao deus do ará . ”
Na manhã desta quarta feira, 25, ele entrou na casa da mãe com uma faca tentando matar a mesma .  A PM foi chamada e na 126 DP estavam mãe e filha tentando registrar uma queixa contra o dependente químico. Não perdoando o município, irão  ao Ministério Público denunciar a negligência médica, como a vítima  chamou, após liberar o irmão a contra gosto da família, ao ponto dele ameaçar a vida dos parentes  . O médico que deu auta foi citado no CREMERJ , por ter infrigido o código de ética médica, pois liberou um paciente sem condições nenhuma de auta, afirmando que  o Estado e o município não tinham vaga .
”Eu quero dar uma chance pro meu irmão ficar vivo e quero que o Estado cumpra com o seu dever.” Declarou Elen Fernandes .

5 comentários:

  1. "a equipe médica informou que iria dar auta porque já estava num quadro bom." E gramática informa que alta é: com (l) e não com u.
    Rsrsrs

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  2. querida jornalista sem querer ofender mas apenas para dar um toque, para que vc nao vire chacota.
    a palavra AUTA escrita no seu texto esta equivocada, o correto é ALTA.
    sem mais.
    parabens pelo otimo trabalho.

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  3. Sei disso "querido anônimo", mas note bem que o texto e as fotos foram de um grande amigo jornalista premiado (Eduander Silva) está no alto do texto.

    Não é ético corrigir o texto dos outros sem autorização. tentei falar com ele, mas, não consegui.
    Ninguém é perfeito. Mas a reportagem é interessante, mesmo com erros gramaticais.
    Mas agradeço "amigo anônimo" por me corrigir, mesmo que o erro não seja meu. Quando vi, ainda pensei: retifico ou não. Preferi falar com ele, mas como não obtive sucesso, deixei assim mesmo.
    Sinal que tenho bons leitores e formadores de opinião.
    Obrigada pela dica. (com sinceridade)
    E mantenha-se alerta pois os jornalistas são humanos e passíveis de erros trágicos e quanto mais colaboradores eu tiver, menos erros acredito que terei.
    Mas mesmo assim, mais uma vez, MUITO OBRIGADA PELA AJUDA.

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  4. detalhe: habilidade para reparar o erro alheio, mas não conseguiu ler a linha acima do texto onde aparece o autor.

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  5. Renata admiro seu trabalho e gostaria de dizer aos críticos que a letra sem amor é morta.O que mais importa na sociedade Cabofriense vejo que é criticar os outros e falar das vidas alheias,por que os críticos não ajudam os assuntos abordados com atitudes;como indicar centros de recuperação como para este pobre menino.Acordem para a vida !vão fazer algo útil e colaborar para vida do próximo ao invés de fuçar o trabalho sério das pessoas.Fala sério Renata não aguentei.E não sou anônima ,quaisquer opinião minha assino meu nome bem grandão pois tenho personalidade,identidade e cpf e etc(SE ENCHERGA GENTE;ASSUMAM SEUS ATOS!!!!!!!!!!!!!!!!)

    Assinado : Alessandra Cristy

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