quarta-feira, 15 de maio de 2013

Ruptura Social & Trabalho Digno por Eduardo Pimenta







Ruptura Social & Trabalho Digno
(Eduardo Pimenta)

Até bem pouco tempo, empresários limitavam seu raciocínio a uma única direção, vendo somente o lucro como única finalidade da organização. Isso definia a empresa como um bando de autônomos que trocam 8 horas do seu dia por um cheque no final do mês para fazer o patrão mais rico. Hoje, o desenvolvimento da mentalidade humana leva as pessoas a não mais se submeter a uma relação burocrático-juríduca, na qual 2\3 de seu tempo de vida são destinados a sobrevivência.

O Novo Modelo
O movimento da cidadania, o crescimento ético, o aumento do nível de cultura e da auto estima, fazem com que a definição antiga seja substituída por outro conceito. Mais nobre situado num patamar acima da definição anterior. Uma empresa é uma integração de seres humanos que se juntam num empreendimento para agregar valor ao universo e a humanidade com objetivo de encantar clientes, desenvolver colaboradores e parceiros, atuar positivamente na comunidade e remunerar seus acionistas.

Nova Estrutura
A Nova Estrutura de Capitalismo denota a formação de uma estrutura social em substituição ao unilateral capitalismo monetário. O lucro para o empresário passa a ter novo significado: subproduto da coisa bem feita. O bem estar e o sucesso da organização passam a ser objetivo de todos, tornando a empresa lucrativa, não como obsessão, mais sim num esforço conjunto e crescente.



Anos 80
Nos anos 80 ficou evidente a crescente exigência do mercado nos aspectos custo e qualidade associado à concorrência ecológica. Gerando um novo conceito de qualidade de vida. Fez com que as empresas deixassem a acomodação na busca de vantagens competitivas para a sua sobrevivência, para enfrentar um consumidor mais exigente e concorrência acirrada. As empresas, a partir daí, vem realizando uma verdadeira Revolução de Qualidade.

Anos 90
Nos anos 90 a qualidade tornou-se estratégia básica para a atual competitividade e chave para o sucesso nos negócios. Qualidade tornou-se o fator mais significativo. Retorno sobre os investimentos, obtidos por meio de eficazes programas de Qualidade de Vida, geram excelente rentabilidade, quando acompanhado de estratégias eficientes de Qualidade Total.

 
Automação x Humano
A ação dos recursos humanos na produção da qualidade tem sido fundamental e provavelmente continuará a ser. Ainda que possa ser empregado o recurso da automação para a organização do sistema, sempre será necessária a presença do elemento humano para gerenciar o processo. Nenhum outro elemento do processo produtivo tem contribuição tão relevante como o homem. O elemento humano é o recurso que requer maior investimento – mais também determina o maior retorno em termos de contribuição para a qualidade.

Empregado Valorizado

Grandes pesquisadores consideram o homem como centro das atenções, o ponto de partida para as mudanças no clima organizacional. Para renovar a organização é imprescindível enfatizar a valorização do homem por meio de políticas de qualidade de vida. O empregado deve ser valorizado como pessoa e como profissional, pois o indivíduo satisfeito com as condições, o tratamento e com o trabalho que executa, irá desempenhá-lo com níveis crescentes de qualidade e eficiência.  A proposição é alicerçada na qualidade de vida como pilar das práticas da implementação da gestão da qualidade total em empresas.

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